Olá, queridos!
Sejam bem-vindos à caminhada que se iniciou hoje em nossa disciplina Comunicação, Tecnologia e Sociedade!
Gostaram do início da nossa interação?
Que tal aquele vídeo do Alex Primo?
O que entendem de uma ética Hacker?
Que outros debates o Alex traz nesse vídeo?
Conseguem ver as interrelações entre comunicação, tecnologia e sociedade que o vídeo foi capaz de suscitar?
Deixem aqui suas interações.
Olá a todos, ainda sobre a aula de ontem um outro debate possível a partir do vídeo apresentado é a discussão em torno do COPYRIGHT e como isso é auto-regulado dentro da cultura hacker e das funfictions regido pela "nética" como coloca Alex Primo. Para percebermos a complexidade de tal prática basta olharmos para as disputas políticas e jurídicas que o tema "direitos autorais" evoca dentro da sociedade.
ResponderExcluirNão que tais praticas sejam possíveis fora do ambiente virtual,no entanto quais seriam os impactos dessas práticas dentro de um contexto de uma sociedade cada vez mais ciberconectada (levando em consideração o momento pandêmico)?
O que pesam sobre?
Interessante sua opinião. Sobre o Copyrigth, o Stephen Downes, um dos teóricos do Conecionismo, tem opiniões interessantes sobre acesso aberto, recursos abertos, cursos abertos, construções coletivas do conhecimento. A discussão é bem ampla e surtiu nos últimos anos criação de movimentos em defesa do acesso aberto à informação, como o Movimento REA. E por aí vamos!
ExcluirOlá, boa tarde a todos(as)!
ResponderExcluirDas questões levantadas pela cultura haecker, uma que eu gostaria de destacar é a questão da atividade, mencionada por Alex Primo no vídeo. Segundo ele, uma das características da cultura haecker é contrapor-se ao consumo passivo de informações.
Discutir sobre a ação no mundo da informação faz-se importante e necessário numa cultura dominante que propicia, com seus complexos mecanismos, a passividade de quem acolhe as informações veiculadas pelos diversos meios de comunicação que não deixam de ter o público como meros destinatários de seus conteúdos.
A questão da atividade ou da ação, suscitada pela cultura e pela prática haecker, pode levar-nos a perceber a "liberdade de expressão", tão exaltada verbalmente, como uma promessa a ser efetivada através da vivência da dimensão política da vida que se realiza quando expressamos mutuamente nossas opiniões, decidimos e buscamos soluções juntos, e, enfim, deixamos de ser tão somente expectadores.
Muito boa sua postagem, Nildo! O consumo passivo de informações é algo que deveria nos preocupar. Acabei de ler uma estatística preocupante sobre analfabetismo funcional. Promover experiências de aprendizagem (formais, não-formais, informais) multiletradas que evoque narrativas autorais e reflexivas são hiper necessárias. Vamos falar um pouco disso nesta disciplina.
ExcluirBoa tarde a todos. Sobre a aula de ontem, confesso ter sido surpreendida com a complexidade da cultura hacker e afins. Tenho um filho de 17 anos e algo que causou grande preocupação, que foi a introspecção causada pelas redes sociais neste período de pandemia, ante o universo de possibilidades que oferece. É salutar pensar nos benefícios que a globalização do conhecimentos através da rede mundial de internet trouxe, porem a liberdade de expressão sem limite e sem responsabilização sempre foi algo que me assustou. Por exemplo no que tange a imagem a velocidade com que se constrói uma boa imagem é inversamente proporcional a velocidade que a destrói e a maioria não se atenta para os perigos da exposição sem medidas.
ResponderExcluirO ser e estar no mundo como o da era das redes tem sua complexidade. O que pode proporcionar transformações em algumas mãos pode também destruir ou desconstruir em outras mãos. Importa saber quem é o timoneiro desta grande navegação no grande oceano digital. Isso coloca a importância da discussões que esta disciplina convoca com as inter-relações entre comunicação, tecnologia e sociedade. A propósito, na próxima vez deixe uma identificação.
ExcluirBoa noite a todos. Achei muito interessante o conceito da cultura hacker, principalmente, a ideia de descentralização, meritocracia e o valor social acima do dinheiro. Como mencionado pelo Alex Primo, muito dessas características são comuns da web 2.0 e presente no uso de sistemas operacionais, porém quando ele mostra isso dentro do "mundo" das fanfictions é interessantíssimo, pois abre nossos olhos para como isso pode ser uma ferramenta de ensino, atraindo e auxiliando na formação de crianças e adolescentes que de alguma forma já estão inseridos nessa cultura.
ResponderExcluirAo meu ver, o conhecimento aberto/coletivo, cooperação e exercício da criatividade são as grandes contribuições da cultura hacker.
Isso mesmo, Cecília. Há cenários e ferramentas que podem inserir o sujeito em construções autorais, criativas, colaborativas, críticas. E o mais interessante é a sensação de que você não escreve sozinho, o que coloca uma certa responsabilidade.
ExcluirFico feliz que o vídeo tenha suscitado esse debate em razão do fato de nós docentes sempre tentarmos atrair para questões conceituais nossos/as discentes. Trata-se de um desafio se pensarmos pelo paradigma da economia da atenção. Penso, por exemplo, que a discussão sobre copyright é importantíssima; e, semioticamente, insere-se a questão do continuum: a semiose em devir.
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